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Que ano é hoje? Ou o preconceito racial na atualidade…

Se você é daqueles que pensa que o preconceito racial ficou preso nos anos 1950, sugiro que veja os links desse post com bastante atenção.

Nos últimos dias, duas histórias me deixaram bastante surpreso. Não imaginava que Brasil e Estados Unidos ainda tivessem preconceitos tão fortes e arraigados. Para mim, as coisas ficavam muito mais “escondidas”, disfarçadas em salários menores, no tratamento diferente dado pela mídia e em arroubos racistas que, de vez em quando, vemos por ai – principalmente nos comentários anônimos da internet.

Em alguns lugares, porém, a coisa é bem mais descarada e desavergonhada. Não fosse isso, como explicar que garotas do estado americano da Georgia resolveram instituir uma “nova” tradição para o baile de formatura do colegial? A nova tradição nada mais é do que dar uma festa onde possam comparecer negros e brancos. Nada de comemorações separadas, como acontecia até então.

No Brasil, na cidade de Canguçu (RS), a igreja Luterana tem sedes separadas para os brancos e para os negros. Um quilômetro separa as igrejas, comandadas pelo mesmo pastor. Um quilômetro e um histórico baseado no preconceito racial.

O que mais me espantou nas duas histórias é que, segundos os textos, as coisas permaneceram assim porque foi o desejo da comunidades. Um sinal – preocupante – de que todo o passado ainda está muito presente na cabeça das pessoas.

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